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Importância do Legislativo municipal ganha destaque nesta quinta-feira, 24

quinta, 24 de maio de 2018

Ag. LAR/CNMA importância dos vereadores, inclusive para o movimento municipalista, ganhou destaque no maior evento municipalista nacional. O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM) da gestão 2018-2021, Glademir Aroldi, iniciou a plenária. “Nossa entidade é uma entidade de Municípios, portanto precisamos da participação e queremos a participação dos nossos vereadores”.

Aroldi fez questão de ressaltar que o cargo é muito importante para a estrutura federativa. “É aquele que faz a legislação do seu Município. Tudo que acontece no Munícipio passa pela Câmara Municipal de Vereadores, o orçamento, o Plano Plurianual, a lei de diretrizes orçamentárias”, exemplificou. Ele destacou ainda que o movimento municipalista precisa do apoio dos legisladores para que novas conquistas venham a se tornar realidade.

Segundo o municipalista, o ano de 2017 foi muito bom para o municipalismo, em relação aos avanços obtidos por meio da pressão municipalista no Parlamento. E idealiza como o movimento teria maior alcance com a participação dos 58 mil vereadores, distribuídos nos 5.568 Municípios. E chamou atenção: “nós precisamos compreender que hoje eu posso estar na posição, mas, no próximo mandato, eu posso ser o chefe do Executivo”.

Diante dessa realidade da política nacional, Aroldi sinaliza que as ações estruturantes do movimento municipalista promovem melhorias tanto para gestão local como para a população brasileira. “Tem 2 mil projetos tramitando no Congresso Nacional que mexem com a vida dos Municípios, 400 importantes e 40 de extrema importância”, contou. “Se a gente estiver unido, focado na missão de fazer essa pauta andar, eu tenho certeza de que vamos melhorar muito a vida das pessoas”, salientou.

Participação
O representante da CNM reforçou que “municipalismo forte se faz com a participação de todos”. No mesmo entendimento, o presidente da Câmara de Vereadores de Lages (SC), Luiz Marin, levou seu contentamento em participar do debate e o seu sentimento de atipicidade da CNM aos participantes da plenária. Marinho se queixou do fato de os vereadores não terem o reconhecimento merecido e do tratamento do Ministério Público, mas garantiu que: “95% dos políticos querem fazer para o Estado, para o Brasil e principalmente para a comunidade”.

Antigo integrante do movimento, o vereador de Ibiruba (RS), Tuta Rebelato, alertou os colegas para a necessidade de integrar o municipalismo. Ele também aconselhou os participantes da XXI Marcha a levarem tudo o que aconteceu no evento para a população local. “Eu, quando volto a minha cidade, dou entrevista e falo tudo o que aconteceu aqui”.

Classe
O presidente da Câmara de Vereadores de São José de Ubá (RJ), Juninho Valeriote, salientou que não existe classe política uma vez que o cargo pode ser ocupado por 99% da população, que pode se candidatar e exercer mandato temporário; e que os representantes podem ser substituídos de dois em dois anos. “Se todos [vereadores] são ruins, de onde viemos? Viemos dos 99% que podem ser candidatos. Todos podem ser candidatos”, perguntou, respondeu e afirmou. Valeriote foi além, “se todos são ruins, o povo é ruim. Nós somos o povo e o povo é a gente”.

A consultora jurídica da CNM, Elena Garrido, acompanhou a plenária e, ao final, reforçou que a Confederação está de portas abertas para receber os representantes do Legislativo municipal.      

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